Espanha 1936: Franco e a República massacram o proletariado

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Para a maioria dos historiadores oficiais, fora os da extrema-direita, a guerra civil na Espanha, iniciada em julho de 1936, se resume à defesa heróica de um governo eleito democraticamente contra a ameaça do fascismo. Os trotskistas concordam com a necessidade de lutar a favor da república contra Franco, colocando que isso era compatível com a luta pela derrubada do capitalismo e a instauração de uma verdadeira "república" dos trabalhadores. Quanto aos anarquistas, a maioria deles chega até dizer que a coletivização das fábricas e fazendas sob o controle do sindicato anarquista, a CNT, constituiu o ponto mais alto alcançado na luta para uma sociedade comunista.

A Esquerda comunista, que publicava a revista Bilan nos anos 1930, tinha uma visão muito diferente. Para ela, democracia e fascismo eram duas asas do capitalismo, ambas contra-revolucionarias e anti-operárias.

Reunimos sob este título, Franco e a República massacram o proletariado, um conjunto de documentos que dão a conhecer a postura da CCI sobre estes acontecimentos trágicos para nossa classe:

  • Apresentação da Esquerda comunista e de sua atuação nessa época,

  • Textos oferecendo ao leitor os elementos do contexto histórico,

  • Artigos da Revista Bilan e panfleto da Esquerda comunista.

Informamos a nossos leitores que todos estes documentos, e muitos outros, se encontram em nosso livro em Espanhol España 1936, Franco y la República masacran al proletariado, (http://es.internationalism.org/taxonomy/term/220)