As rupturas em reação à degeneração do Trotskismo

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Publicamos a seguir um conjunto de documentos ilustrando este fenômeno do surgimento de correntes proletárias saindo do seio do trotskismo em reação à traição deste (ler nossa série Será que o trotskismo pertence ao campo do proletariado? [1]):

  • Prefácio ao Segundo Manifesto Comunista (1965) escrito por G. Munis (e B. Péret) que saiu da organização trotskista espanhola e fundou o Fomiento obrero revolucionário;
  • Em memória de Munis, militante da classe operária, escrito por nossa corrente quando da morte do revolucionário;
  • Carta de ruptura de Natalia Sedova Trotsky com a IV Internacional datada de 9 de maio 1951. Apesar de manter-se totalmente fiel à lógica do próprio Trotsky responsável pelo curso oportunista do trotskismo nos anos trinta, este documento constitui entretanto uma reação saudável à passagem da organização trotskista para o campo da burguesia.

[1] http://pt.internationalism.org/ICConline/2009/Sera-que_o_trotskismo_pertence_ao_campo_do_proletariado