Crise

1929-2008 : O capitalismo é um sistema em bancarrota porém outro mundo é possível: O comunismo! (Panfleto internacional da CCI)

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Panfleto internacional da CCI 

Nem os políticos nem os economistas sabem mais qual adjetivo empregar para descrever a gravidade da situação

O que está realmente acontecendo?. Dado o peso econômico com que a tempestade foi desencadeada se levantam várias questões: vivemos um novo crack de 29? Como foi possível chegar a isso? Como podemos nos defender? Em que mundo vivemos?

 

Repressão à greve de bancários no Brasil

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Panfleto realizado em conjunto: Oposição Operaria e CCI.

Germinal e CCI

A burguesia não pode evitar a falência do capitalismo

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Contrariamente ao que dizem todos estes especialistas e demais licenciados em ciências, a crise atual é muito mais grave que a de 29. A recessão atual é um novo episódio particularmente grave e violento do naufrágio histórico do capitalismo.

Crise dos alimentos, revoltas da fome : só a luta de classes do proletariado poderá acabar com a fome

 Os novos abalos da economia mundial, a praga inflacionária e a crise dos alimentos irão agravar mais ainda a miséria das camadas mais empobrecidas nos países da periferia. Esta situação, que desnuda o abismo ao qual se dirige o sistema capitalista, tem provocado em muitos países revoltas da fome ao mesmo tempo em que estavam acontecendo lutas operárias por aumentos de salários especialmente contra a alta exorbitante dos preços dos alimentos essenciais.

Revoltas populares na América Latina: a indispensável autonomia de classe do proletariado

O proletariado de América Latina tinha conseguido desenvolver lutas importantes entre 1969 e o fim dos anos 1980, afirmando-se como classe autônoma na sociedade. O refluxo internacional da luta de classe, nos anos 1990 e o inicio de 2000, se expressou na América latina por uma tendência à perda de sua autonomia por parte do proletariado, traduzindo-se por sua dissolução em "revoltas populares" implicando outras camadas da sociedade não exploradas, mas incapazes de destacar qualquer perspectiva alternativa ao capitalismo.

A aceleração da crise do capitalismo e suas conseqüências

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Nunca desde o reaparecimento da crise aberta do capitalismo no final dos anos sessenta, essa tinha sido tão perigosa. Todas as manifestações da crise se expressam de maneira mais uniforme, simultânea e explosiva conferindo assim à catástrofe econômica uma qualidade nova e propícia ao questionamento radical deste sistema.

Avalanche de ataques contra a classe operária, crise financeira...

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Uma nova etapa na queda do capitalismo na sua crise

A crise do capitalismo

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A conjuntura mundial e as eleições

A CCI teve a oportunidade de apresentar, em um auditório para uma platéia de 170 estudantes numa universidade brasileira, em setembro deste ano, sua análise da conjuntura mundial e suas alternativas. Publicamos o relatório das discussões e, junto, a apresentação que foi feita, intitulada "A conjuntura mundial e as eleições", articulada nos três eixos seguintes: A guerra, a luta de classes e o papel das eleições.

A que resultados levam as lutas contra as privatizações?

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1. Introdução

De, aproximadamente, inícios da década de 90 - Governo Collor - para os dias atuais - Governo FHC - com a substituição do padrão fordista de acumulação (em crise final como totalidade) pela chamada reestruturação produtiva e, conseqüentemente, a substituição de políticas de caráter social-democrata, nacional-populista ou ditatorial por uma política nacional neoliberal, o país - e isso não só no Brasil-passou a vivenciar uma onda interminável de privatizações de empresas públicas, estatais e de economia mista, ao lado de sucessivas fusões de bancos e grandes empresas na esfera do capital privado, como antes nunca acontecera.
Praticamente, toda a parcela da economia lastreada nas famosas empresas estatais, tidas e havidas por políticos de carreira de determinadas forças de "esquerda", dirigentes sindicalistas e intelectuais, como "patrimônio do povo", foram, estão sendo e ainda serão - as restantes - privatizadas, ou seja, vendidas, a "preço de banana", para poderosos grupos de capitais, nacionais e estrangeiros. Lá se foram CSN, Vale do Rio Doce, empresas de telefonia, etc., e estão indo também, ou irão logo mais, os bancos estatais, inclusive o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e os bancos regionais e estaduais de desenvolvimento - e tudo o mais.

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