Movimento dos estudantes na França

Movimento dos estudantes na França

França: Abaixo o Estado policial! Solidariedade de todos os trabalhadores com os estudantes espancados pela polícia

No mês de novembro 2006, na França, o governo Sarkozy, depois de expulsar "manu militari" os imigrantes do território francês, invocando a política de "imigração seletiva", mandou suas forças policiais para reprimir violentamente inclusive com espancamentos os estudantes em greve por sua oposição à lei sobre a privatização das universidades.


Recente e atual: 

Movimento dos estudantes na França da primavera 2006

Uma
experiência rica para a luta de classes internacional

Para quem não estava na França quando aconteceu o movimento, foi muito
difícil se dar conta de sua realidade devido ao trabalho de desinformação das
mídias do mundo inteiro. As únicas
informações apresentadas pela televisão dos países estrangeiros foram ações
violentas, confrontação com os CRS (Companhia Republicana de Segurança, forças
de repressão) e os incêndios de carros.

Tudo foi feito para esconder as
características e a força
de um movimento realmente
proletário:

Recente e atual: 

Teses sobre o movimento dos estudantes da primavera 2006 na França

Estas teses foram adotadas pela CCI no dia 4
de abril quando os estudantes ainda estavam no movimento de luta. Em
particular, a grande manifestação do dia 4 de abril, que o governo esperava fosse
menos vigorosa que a precedente (a de 28 de março), acabou sendo mais massiva.
Notadamente, pôde se constatar nesta manifestação uma participação ainda mais
ampla dos trabalhadores do setor privado. No seu discurso do dia 31 de março, o
presidente Chirac havia tentado uma manobra ridícula: anunciou a promulgação da
lei "Igualdade das chances" e ao mesmo tempo pediu que seu artigo 8
(que define o Contrato Primeiro Emprego, o principal motivo da cólera dos
estudantes) não fosse aplicado. Em lugar de enfraquecer a mobilização, esta
contorção lastimável a fortaleceu. Alem disso, o risco de um estouro espontâneo
de greves no setor diretamente produtivo, assim como aconteceu em 1968, estava
mais e mais presente. O governo não teve outra solução de que reconhecer a
evidência de que as suas pequenas manobras não podiam quebrar o movimento; foi
assim que, depois das últimas contorções, acabou retirando o CPE no dia 10 de
abril. Na realidade, as teses deixavam ainda aberta a possibilidade para que o
governo não recuasse. Dito isso, o epílogo da crise com um tal recuo do governo
constitui uma confirmação e um reforço da idéia central das teses: a
importância e a profundidade da mobilização das 
novas gerações da classe operária durante estes dias da primavera 2006.

Recente e atual: 

França: Solidariedade de todos os trabalhadores com os estudantes em luta contra o CPE!


As novas gerações, universitários e estudantes de institutos, estão sendo
atacadas em massa pelo Governo Chirac/Villepin/Sarkozy que quer impor pela
força e com violência o Contrato Primeiro Emprego (CPE) para generalizar de
forma brutal a eventualidade no trabalho. Os estudantes que protestaram sem
violência
nas manifestações de 7 e 14 de Março não estão lutando só
por eles mesmos. Estão se manifestando em massa para lutar pelo futuro de TODA
a sociedade, de todas as gerações, dos operários desempregados e dos operários
com empregos precários, tentando dar uma perspectiva de luta aos jovens dos
bairros mais pobres numa tentativa de ajudar-lhes a superar o desespero que
lhes empurrou, em Novembro passado, a desenvolver uma violência cega e sem
perspectiva.

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