Crise

A aceleração da crise do capitalismo e suas conseqüências

Submetido por CCI em Seg, 05/05/2008 - 19:37
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Nunca desde o reaparecimento da crise aberta do capitalismo no final dos anos sessenta, essa tinha sido tão perigosa. Todas as manifestações da crise se expressam de maneira mais uniforme, simultânea e explosiva conferindo assim à catástrofe econômica uma qualidade nova e propícia ao questionamento radical deste sistema.

Avalanche de ataques contra a classe operária, crise financeira...

Submetido por CCI em Sex, 12/10/2007 - 23:13
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Uma nova etapa na queda do capitalismo na sua crise

Em todos os lugares, a classe explorada é obrigada contribuir para pagar o agravamento da crise econômica mundial. A recente crise financeira no setor imobiliário nos Estados-Unidos constituiu uma outra manifestação do agravamento desta.
Mais se acumulam as contradições, e mais a margem de manobra da burguesia se torna estreita. Visto o conjunto das contradições do capitalismo, podemos afirmar que nós estamos atualmente diante de um agravamento considerável da crise econômica em escala mundial.

A crise do capitalismo

Submetido por CCI em Sex, 06/07/2007 - 23:25
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A conjuntura mundial e as eleições

Submetido por CCI em Sáb, 21/10/2006 - 14:52
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A CCI teve a oportunidade de apresentar, em um auditório para uma platéia de 170 estudantes numa universidade brasileira, em setembro deste ano, sua análise da conjuntura mundial e suas alternativas. Publicamos o relatório das discussões e, junto, a apresentação que foi feita, intitulada "A conjuntura mundial e as eleições", articulada nos três eixos seguintes: A guerra, a luta de classes e o papel das eleições.

A que resultados levam as lutas contra as privatizações?

Submetido por OpOp em Dom, 06/08/2006 - 10:48
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1. Introdução

De, aproximadamente, inícios da década de 90 - Governo Collor - para os dias atuais - Governo FHC - com a substituição do padrão fordista de acumulação (em crise final como totalidade) pela chamada reestruturação produtiva e, conseqüentemente, a substituição de políticas de caráter social-democrata, nacional-populista ou ditatorial por uma política nacional neoliberal, o país - e isso não só no Brasil-passou a vivenciar uma onda interminável de privatizações de empresas públicas, estatais e de economia mista, ao lado de sucessivas fusões de bancos e grandes empresas na esfera do capital privado, como antes nunca acontecera.
Praticamente, toda a parcela da economia lastreada nas famosas empresas estatais, tidas e havidas por políticos de carreira de determinadas forças de "esquerda", dirigentes sindicalistas e intelectuais, como "patrimônio do povo", foram, estão sendo e ainda serão - as restantes - privatizadas, ou seja, vendidas, a "preço de banana", para poderosos grupos de capitais, nacionais e estrangeiros. Lá se foram CSN, Vale do Rio Doce, empresas de telefonia, etc., e estão indo também, ou irão logo mais, os bancos estatais, inclusive o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e os bancos regionais e estaduais de desenvolvimento - e tudo o mais.

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