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Autonomia do proletariado contra a armadilha da falsa escolha democracia ou ditadura

Na América do Sul, estamos vivenciando uma ofensiva completa dos EUA para subjugar os estados ao sul do Rio Grande à sua coligação imperialista. Diante das tentativas da China de estabelecer posições econômicas e até militares no continente, apoiadas pela Rússia, os EUA fecham suas fileiras e tentam restabelecer a antiga doutrina Monroe de "América para os norte-americanos".

Dois episódios são especialmente significativos nesta ofensiva: o Brasil e a Venezuela.

Que lições podem ser tiradas para as lutas do futuro?

Há um século sopravam ventos de esperança sobre a humanidade.  Primeiro na Rússia, onde a classe operária tinha conseguido tomar o poder.  Depois na Alemanha, Hungria e Itália, onde lutou valentemente para continuar o trabalho dos proletários russos com uma só bandeira:  a abolição do modo de produção capitalista cujas contradições tinham mergulhado a civilização em quatro anos de guerra.  Quatro anos de barbárie sem precedentes até então, trágico testemunho da entrada do capitalismo em sua fase de decadência.

O Brasil entra em turbulência

Crise econômica, perspectiva de agravamento da repressão, acentuação da pobreza, aumento do medo e da insegurança, ataques contra o proletariado em previsão, ameaças de guerra, risco de caos ligado à própria personalidade do novo presidente, Bolsonaro, que tomou posse em 1º de janeiro de 2019.

Sobre nossas reuniões públicas no 50º aniversário do Maio de 68 - O Maio de 68 significou realmente o final de quase meio século de contrarrevolução?

A CCI celebrou reuniões públicas em vários países e cidades motivadas pelo 50º aniversário do Maio de 1968.  Em termos gerais, os presentes estiveram de acordo com as principais características do movimento que destacamos:

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