Últimas notícias, panfletos e textos
Quinta, Maio 7, 2009 - 13:01 Publicamos na seqüência a Tomada de Posição comum adotada por 7 grupos e organizações presentes em 8 países da América Latina que dá conta dos trabalhos de um Encontro Internacionalista celebrado recentemente.
Quinta, Maio 7, 2009 - 12:45 Pannekoek faz ressaltar claramente as analogias entre marxismo e darwinismo e dá conta da utilização, por parte dos setores mais progressistas da burguesia do século XIX, da teoria da seleção natural contra os vestígios reacionários do feudalismo. Porém também critica a exploração fraudulenta pela burguesia da teoria de Darwin contra o marxismo, em particular as derivas do "darwinismo social", ideologia desenvolvida em particular pelo filósofo britânico Herbert Spencer (e retomada hoje pelos ideólogos do liberalismo para justificar a concorrência capitalista, a lei da selva, o cada um por si e a eliminação dos mais débeis).
Segunda, Março 23, 2009 - 17:08
Há 90 anos a revolução proletária chegava a seu auge trágico com as lutas na Alemanha de 1918-19. Aí a batalha decisiva foi travada e perdida. O movimento revolucionário na Alemanha quase conseguiu provocar a queda da dominação de classe da burguesia alemã.
Terça, Fevereiro 24, 2009 - 20:41
Situação histórica atual
Segunda, Fevereiro 16, 2009 - 12:57
Durante duas semanas todos os meios de "comunicação" lançaram uma campanha infame apresentando os trabalhadores britânicos como xenófobos. Esta generalização abusiva realizada a partir do fato real de que em uma greve na refinaria de Lindsdey os trabalhadores haviam começado sua mobilização caindo na armadilha nacionalista ao tomarem para si o slogan eleitoral de Mr.Brown "empregos britânicos para trabalhadores britânicos" na luta contra a contratação em condições muito inferiores as atuais de 300 trabalhadores Italianos e portugueses. Entretanto uma coisa é o erro e outra muito distinta é a imagem que tem se repetido até causar náusea apresentando os trabalhadores ingleses como uma horda de fanáticos xenófobos. A evolução da situação demonstrou que a realidade era outra da que sonha a burguesia, pois a onda de greves selvagens iniciada pela luta dos trabalhadores da construção e manutenção da refinaria de Lidsdey constitui uma das lutas mais importantes que acontecida na Inglaterra nos últimos 20 anos.
Segunda, Janeiro 19, 2009 - 18:51 O artigo que reproduzimos abaixo foi escrito por um companheiro em Israel que, apesar de se encontrar numa posição extremamente minoritária, sentiu a necessidade de denunciar a febre patriótica que assola Israel/Palestina depois do ataque israelense em Gaza.
Segunda, Janeiro 5, 2009 - 18:53 Publicamos a tomada de posição que foi inicialmente publicada na nossa "Web" em inglês no dia 31-12 - 08. Os acontecimentos têm evoluído desde então e no mesmo sentido que denunciamos: o uso sistemático de um terror brutal contra a população bombardeada por terra, mar e ar, e a entrada das tropas israelenses em Gaza na tarde de hoje 03-01-2009.
Sexta, Dezembro 26, 2008 - 03:20 A explosão de raiva e a revolta das jovens gerações operárias na Grécia não têm nada de fenômeno isolado ou particular, mas que tem suas raízes na crise mundial do capitalismo.
Sábado, Dezembro 20, 2008 - 23:10
Publicamos uma declaração divulgada por trabalhadores atualmente em luta na Grécia e que se proclamam "insurrectos". Ocupam, desde a quarta feira 17 de dezembro, a sede da Confederação Geral dos Trabalhadores em Atena, principal central sindical do país. Fizeram deste prédio um lugar de Assembléia Geral (AG), de reunião e de discussão ABERTA A TODOS.
Quarta, Março 19, 2003 - 18:46 Mais uma vez o Médio Oriente caiu no
horror. Como o seu pai em 1991, George Bush prometeu-nos uma
“guerra limpa”. Sabemos a que ponto tais promessas são
hipócritas e cínicas. Mais uma vez um dilúvio
de bombas cai sobre o Iraque. Enquanto as potências
“civilizadas” espalham a miséria e a morte pela
população já mergulhada na fome, é um
dilúvio de mentiras que cai sobre o resto do mundo
para justificar esta guerra ou para mistificar e desviar a
verdadeira oposição a esta.
Segunda, Julho 25, 2005 - 00:27 Quem
são as primeiras vítimas dos atentados terroristas no
centro de Londres, em 7 de julho de 2005 ?
Como
em Nova York, em 2001, e Madri, em 2004, as bombas visavam
deliberadamente os operários, as pessoas que superlotam
os metrôs e ônibus para ir trabalhar. Al Qaida, que
reivindicou a responsabilidade do morticínio, disse que queria
vingar “os massacres cometidos no Iraque pelo exército
britânico”. Mas a carnificina sem fim que sofre a população
iraquiana não é culpa dos trabalhadores da Inglaterra.
Os responsáveis são as classes dominantes britânica
e estadunidense – sem falar dos terroristas da autodenominada
‘Resistência’, cotidianamente implicados no massacre de
operários e de civis inocentes em Bagdá e outras
cidades. Nesse ínterim, os arquitetos da guerra no Iraque,
Bush e Blair, continuam sãos e salvos. Ou pior, as
atrocidades cometidas pelos terroristas lhes fornecem o pretexto
Ideal para novas aventuras militares, como fizeram no Afeganistão
e no Iraque, depois do 11 de setembro.
Domingo, Outubro 2, 2005 - 19:44
Basta assistir qualquer telejornal ou ler
qualquer jornal para receber a bofetada de uma interminável
sucessão de desgraças cada uma mais mortífera e
desumana. Nem sequer no período do verão,
convencionalmente publicado como uma espécie de parêntese,
ele não deixa “desconectar” do terrível cotidiano
do sem-fim de problemas que padecemos, concede alguma trégua,
e este ano vimos amontoá-las arrepiantes imagens dos atentados
de Londres, das matanças em massa no Iraque, da devastação
de regiões inteiras pelas inundações na Europa
Central, os incêndios na Península Ibérica, a
sucessão de acidentes aéreos com centenas de vítimas
e, como terrível arremate, a catástrofe do Katrina,…
a “volta” à normalidade, os trabalhadores se encontram com
ameaças cada vez mais evidentes de degradação de
suas já deterioradas condições de vida: na
Alemanha ganhe quem ganhar as eleições os planos de
austeridade e de cortes de pensões vão continuar; nos
Estados Unidos acontecem às quebras (Delta Airlines),
e as reduções do quadro de pessoal; na Espanha as três
principais indústrias automobilísticas (SEAT,
Ford e Opel), anunciam demissões no caso de que os
trabalhadores não aceitem cortes de salários, submissão
às necessidades da empresa quanto a jornada trabalhista,
férias etc.
Segunda, Outubro 17, 2005 - 23:28
Todo
mundo viu as imagens da catástrofe. Corpos inchados flutuando
nas fétidas águas
da inundação em Nova Orleans. Um ancião sentado
em uma cadeira de camping, já com o corpo endurecido,
morto, matado pela sede,
pelo calor, pela fome, enquanto outros sobreviventes adoeciam ao seu
redor. Mães apanhadas com seus filhos pequenos sem nada que
comer ou beber durante três dias. Caos nos próprios
centros de refugiados onde as autoridades haviam dito as vítimas
iriam ficar a salvo. Esta tragédia que com muita dificuldade
se encontram precedentes, não se produziu em nenhum rincão
do terceiro mundo açoitado pela miséria, mas
precisamente no coração da primeira potência
capitalista e imperialista mundial.
Quinta, Novembro 24, 2005 - 21:30
Mais de 6.000 veículos queimados: carros
particulares, ônibus, caminhões, carros de bombeiros;
dezenas de edifícios incendiados: lojas, armazéns,
fábricas, ginásios, escolas, creches; milhares de
detenções e mais de uma centena de presos
; dezenas de feridos : manifestantes mas
também policiais e dezenas de bombeiros. Cada noite, desde o
dia 27 de Outubro, centenas de municípios de todo o país
estão sendo afetadas por estes acontecimentos. Municípios
e bairros, entre os mais pobres, onde se amontoam, em torres
sinistras, milhões de operários e suas famílias,
em grande parte originários do Magrebe
ou da África.
História do movimento operário
Terça, Novembro 11, 2008 - 02:54
Publicamos pela primeira vez em português este artigo que originalmente foi publicado em 1975 na nossa Revista Internacional n° 3. Embora se trate de uma polêmica com um grupo proletário naquela época, os argumentos utilizados para analisar a degeneração da Revolução Russa continuam totalmente válidos.
Sexta, Abril 11, 2008 - 10:56
Maio de 68 não estourou como um trovão no céu azul. Desde 1964 a contestação estudantil se desenvolveu por toda a parte no mundo, sobretudo contra a guerra do Vietnã: nos Estados-Unidos, na Alemanha, na Grã-Bretanha, mas também no México e no Senegal. Quanto ao movimento da classe operária na França, que se expressou pela primeira vez simultaneamente com o dos estudantes, culmina numa greve de massa de mais de 9 milhões de proletários.
Domingo, Dezembro 30, 2007 - 13:50
Para a maioria dos historiadores oficiais, fora os da extrema-direita, a guerra civil na Espanha, iniciada em julho de 1936, se resume à defesa heróica de um governo eleito democraticamente contra a ameaça do fascismo.
A Esquerda comunista, que publicava a revista Bilan nos anos 1930, tinha uma visão muito diferente. Para ela, democracia e fascismo eram duas asas do capitalismo, ambas contra-revolucionarias e anti-operárias.
Sexta, Dezembro 7, 2007 - 17:07
Sábado, Novembro 3, 2007 - 00:20
A revolução na Rússia continua sendo até agora a ação mais grandiosa das massas exploradas para tentar destruir um sistema que as reduz a meras bestas de carga da máquina econômica e carne de canhão nas guerras entre potências imperialistas. Foi a ponta de lança de uma onda revolucionária mundial que se desenvolveu em reação contra a barbárie da Primeira Guerra mundial.
Terça, Abril 10, 2007 - 23:45
Sexta, Março 2, 2007 - 22:04 Desde o final dos anos 1960, quando se formaram os grupos políticos que iriam logo constituir a CCI em 1975, nós temos enfrentado sempre uma dupla crítica.Para uns, constituídos geralmente pelas diferentes organizações denominadas "Partido Comunista Internacional", descendente da Esquerda italiana, nós seriamos idealistas no que refere à consciência de classe e anarquistas enquanto a organização política. Para outros, em geral vindos do anarquismo ou da corrente conselhista, a qual rechaça, ou subestima, a necessidade da organização política e do partido comunista, nós seríamos "partidaristas" ou "leninistas".
Segunda, Dezembro 4, 2006 - 23:10 Como assinalou Rosa Luxemburgo, a revolução
russa foi "a primeira experiência da ditadura do proletariado na história
mundial" (A
revolução russa),
se deve deduzir que qualquer revolução futura deverá tomar em conta esta
primeira experiência e as lições que ela proporcionou.Visto que o movimento
operário não tem o menor interesse em evitar a realidade dos acontecimentos, o
esforço para entender essas lições deverá abraçar o conjunto do movimento
revolucionário desde o seu início, para assimilar completamente o legado
deixado pela revolução, que foi o resultado de anos de experiências penosas e
de reflexões não menos caras.
Sábado, Outubro 21, 2006 - 14:20 Há 25 anos, no verão de
1980, a classe operária na Polônia colocava o mundo em suspense. Um gigantesco
movimento de greves estendia-se pelo país: centenas de milhares de operários
faziam greve selvagem em diferentes cidades, fazendo tremer à classe dominante
na Polônia e em outros países. O que se passou?
Quarta, Maio 3, 2006 - 20:53 O Primeiro de Maio é o dia da classe trabalhadora internacional.Este panfleto está sendo distribuído na Turquia,
na Grã-Bretanha e na Alemanha. Na Grã-Bretanha e na Alemanha está sendo
distribuído pela Corrente Comunista Internacional, que se associa com as visões internacionalistas que ele defende.
Questões teóricas políticas
Quinta, Fevereiro 5, 2009 - 18:54 Na primeira parte desta série (A Revolução tem sido necessária e possível há um século), consideramos a sucessão de acontecimentos: guerras mundiais, revoluções e crise econômicas globais, que marcaram a entrada do capitalismo em sua época de declínio no inicio do século XX, e que expuseram ao gênero humano a alternativa: ou a implantação de um modo de produção superior, ou a barbárie. Só uma teoria que abrange o conjunto do movimento da história pode servir para compreender as origens e as causas da crise que confronta a civilização humana.
Segunda, Junho 23, 2008 - 23:39
Domingo, Julho 22, 2007 - 10:26
A revolução proletária coloca um termo final a todo tipo de delegação de poder que, na realidade, constitui uma forma de abdicação (...) A revolução proletária, por conta disso, não precisa de uma elite especializada e permanente que "representa" as massas amorfas e cumpre suas tarefas no seu lugar.
Sábado, Fevereiro 17, 2007 - 13:31 De Marx a Internacional comunista
Sábado, Fevereiro 17, 2007 - 13:19 As tomadas de posição da Internacional comunista
Quinta, Maio 3, 2007 - 11:51
Este texto apresenta a concepção, na CCI, da estrutura e do funcionamento das organizações revolucionárias.
Sexta, Março 2, 2007 - 22:04 Desde o final dos anos 1960, quando se formaram os grupos políticos que iriam logo constituir a CCI em 1975, nós temos enfrentado sempre uma dupla crítica.Para uns, constituídos geralmente pelas diferentes organizações denominadas "Partido Comunista Internacional", descendente da Esquerda italiana, nós seriamos idealistas no que refere à consciência de classe e anarquistas enquanto a organização política. Para outros, em geral vindos do anarquismo ou da corrente conselhista, a qual rechaça, ou subestima, a necessidade da organização política e do partido comunista, nós seríamos "partidaristas" ou "leninistas".
Sexta, Fevereiro 16, 2007 - 00:47 Muitas correntes que reivindicam a luta para o comunismo assumem sem reservas uma postura de defesa do nacionalismo, portanto da pátria. Outras tentam dissimular a questão em nome de uma luta em defesa da independência e contra o imperialismo. Será que estas duas orientações, luta para o comunismo e defesa da pátria, se completam a nível teórico e prático, se fortalecem mutuamente ou, pelo contrario, se excluem? Na história da luta revolucionária por sua emancipação, o proletariado já confrontou esta questão e lhe custou muito a falta de lucidez sobre o nacionalismo. Esta curta tomada de posição foi motivada pela discussão com elementos demonstrando um interesse para nossas posturas, mas, no mesmo tempo, reivindicando o nacionalismo. Achamos necessário colocar claramente em evidência diante deles, como na história a burguesia utilizou a nacionalismo para corromper a consciência dos operários e levá-los assim para a derrota. Embora de maneira concisa esta crítica considera também os pretendidos internacionalistas, como os trotskistas.
Terça, Novembro 7, 2006 - 21:46 Juntamente com correntes burguesas estabelecidas
(como os partidos tradicionais de direita) ou "gestores" da
sociedade burguesa com linguagem "proletária" (tais
como os partidos de esquerdas "social-democratas" e também
comunistas"), a ordem capitalista pode apoiar-se também
sobre organizações de extrema esquerda que não
vacilam em ostentar uma "perspectiva revolucionária".
Assim são as variantes da corrente trotskista cuja linguagem
"radical" não tem outro objetivo do que trazer para
o terreno burguês (seja através das eleições
ou do sindicalismo) os elementos mais combativos do proletariado que
conseguem compreender o papel anti-proletário desses partidos
de esquerda. Igualmente, juntos com os argumentos da burguesia
"oficial" para justificar a participação na
guerra imperialista ("guerra contra o terrorismo", guerra
para "a defesa dos direitos do homem", para o "respeito
do direito internacional"), estão os argumentos que
defendem os grupos trotskistas com o mesmo objetivo: alistar aos
proletários em um ou outro dos campos imperialistas ou levar
para o beco sem saída do pacifismo aclassista que os paralisa
frente às manobras guerreiras da classe dominante. No seio
dessas organizações, certos elementos começam a
entrever o papel obstaculizador que elas vão desempenhando
frente ao desenvolvimento das lutas do proletariado e a sua tomada de
consciência. Entretanto, muitos desses elementos são
incapazes de entender que não é reivindicando-se de um
"verdadeiro trotskismo" que poderão juntar-se ao
campo do proletariado. É assim porque a corrente trotskista,
como um todo, passou para o campo burguês durante a Segunda
Guerra mundial ao participar nela em nome da "luta contra o
fascismo" ou da "defesa da URSS" apresentada como
"Estado operário".
Sábado, Outubro 21, 2006 - 13:28 O
ambiente eleitoral que hoje percorre o continente americano e o
descontentamento social genuíno que brota da miséria
engendrada pela quebra do capitalismo são um terreno fértil
para a promoção de toda classe "de alianças"
e "frentes" por parte da esquerda e extrema esquerda do
capital. Estas propostas "táticas" são um
verdadeiro terreno minado para o proletariado, por trás das
frases "radicais" que acompanham ao "frentismo"
está uma armadilha, a armadilha do interclasismo, da
dissolução do proletariado e do aniquilamento de sua
independência política.
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