Luta de classe

França: Abaixo o Estado policial! Solidariedade de todos os trabalhadores com os estudantes espancados pela polícia

Submetido por CCI em Qua, 12/12/2007 - 00:14
No mês de novembro 2006, na França, o governo Sarkozy, depois de expulsar "manu militari" os imigrantes do território francês, invocando a política de "imigração seletiva", mandou suas forças policiais para reprimir violentamente inclusive com espancamentos os estudantes em greve por sua oposição à lei sobre a privatização das universidades.

Fechamento da LG: Mobilização operária e manobras sindicais de desmobilização

Submetido por SA em Sex, 22/06/2007 - 23:44
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A reação imediata dos operários em seguida ao anuncio, a mobilização e paralisação imediata, constituiu uma demonstração genuína das preocupações diante da ameaça de desemprego. A reação do sindicato foi de iniciar o processo de desmobilização dos operários substituindo a assembléia que ganhou as ruas pela condução das mesmas para as vias institucionais do executivo e parlamentos do estado burguês

As greves que estão acontecendo no momento ocorrem por dentro da orientação dos sindicatos e partidos de esquerda

Submetido por SA em Sex, 15/06/2007 - 00:51
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É certo que do ponto de vista quantitativo os movimentos grevistas superam os de anos anteriores, com destaque para os dos diversos serviços públicos que no último final de semana contava com 100 mil trabalhadores em greve especialmente no serviço público. Entretanto a sua dinâmica continua inalterada do ponto de vista político: as greves que estão acontecendo no momento ocorrem quase na sua totalidade por dentro da orientação dos sindicatos e partidos de esquerda, ou por estes apropriadas ainda na sua fase inicial. Estes utilizam uma linguagem pseudo-radical no sentido de assumirem a frente e a dominação do movimento para dar uma demonstração de força cujo objetivo é adquirir credenciais para participarem das mesas de negociações. Em nada seu alvo é a extensão do movimento, pois correriam o perigo de perderem o controle diante de uma possível radicalização e a incorporação de um contingente de maior expressão.

Confronto na assembléia dos metalúrgicos de Santos

Submetido por SA em Qua, 06/06/2007 - 07:00
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A CSN prossegue ocupada e hoje houve confronto na assembléia dos metalúrgicos de Santos que a qualquer hora podem pôr a Usina de Cubatão (da Companhia Siderúrgica Paulista - COSIPA) em greve.

Novas greves

Submetido por SA em Ter, 05/06/2007 - 07:00
Novas greves eclodiram e as coisas se agravam tanto para a burguesia como para aparelhos e organizações burocráticas que tentam desviar a luta para seus interesses (em algumas localidades, eclodem lutas com características "selvagens")...

A maior onda de greves no Brasil desde 1986

Submetido por SA em Sáb, 02/06/2007 - 07:00

Em alguns locais, como em Santa Catarina e outros estados, até a polícia entrou em greve. As paralisações, sem dúvida, têm diversas limitações... são debilitadas por forças sindicais e partidárias da esquerda da burguesia.

Repressão e marginalização do movimento dos controladores aéreos

Submetido por CCI em Dom, 29/04/2007 - 14:45
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A burguesia não quer que a classe operária redescubra que só a luta redime

O governo negou a validade do acordo que previa o atendimento das reivindicações. Não somente a burguesia ameaçou os grevistas de uma nova repressão e sim tentou apagar o caráter combativo de uma luta proletária pela defesa das condições de vida e pela dignidade, que foi exemplar e demonstrou ao conjunto do proletariado que é possível levantar a cabeça contra a opressão capitalista.

Diante dos embates do capital, os controladores aéreos respondem com a luta

Submetido por CCI em Ter, 17/04/2007 - 23:07
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... Diante das medidas repressivas do comando da aeronáutica, que ordenou a prisão de 16 controladores e ameaçou "utilizar o regulamento" que penaliza com cárcere os amotinados, os controladores decidiram ampliar o movimento a outros centros de controles às 18:50 horas de sexta-feira, o que ocasionou a paralisação de 49 dos 67 aeroportos do país. (...)

A luta dos controladores expressa o descontentamento reinante no seio do proletariado brasileiro diante dos encargos da crise descarregada sobre os seus ombros, antes pelos governos de direita, agora pelo da esquerda de Lula. Nesse sentido, não há diferença desde o ponto de vista dos interesses do proletariado, entre ter um governo de esquerda (ou seja de corte radical como o trotskismo) e o de direita do capital. Porém o mais significativo desta luta é a capacidade de resposta do proletariado diante dos embates do capital Os controladores demonstraram que há saída.

Também na luta dos controladores, mostraram que a força do proletariado não é só quantitativa, como também qualitativa. Os controladores apesar de não passar de 3 mil, devido ao seu alto nível de solidariedade, a sua organização e politização, e porque tinham o apoio implícito de setores importantes da classe operária, lograram "enfrentar" o maior estado da América do Sul.

Oaxaca: Combatividade proletária desviada entre as disputas burguesas

Submetido por CCI em Seg, 04/12/2006 - 23:36
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A repressão que o Estado lançou contra a população de Oaxaca deixa a descoberto o verdadeiro rosto feroz e sanguinário da democracia. A cidade de Oaxaca encontra-se há mais de 5 meses como um barril de pólvora onde a presença de corpos policiais e paramilitares foram o braço principal para estender o terror estatal. A invasão a domicílios, o seqüestro e a tortura são os mecanismos que o Estado utiliza em Oaxaca para estabelecer a "ordem e a paz". O resultado da incursão policial não teve "um saldo em branco", como diz o governo, na realidade foi produzida deixando dezenas de "desaparecidos", diversos presos e pelo menos 3 mortos (sem contar as cerca de 20 pessoas que foram abatidas pelas guardas brancas desde maio a outubro deste ano).

OAXACA: diante da repressão estatal e da confusão da esquerda do capital, reflexão, organização e mobilização proletária

Submetido por CCI em Seg, 06/11/2006 - 23:22
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Todo o descontentamento real presente entre os trabalhadores de Oxaca (principalmente professores) e demais setores oprimidos(como os camponeses arrasados), tem sido desviado. Desde o começo das mobilizações, em maio deste ano, era notória a intromissão de interesses alheios aos trabalhadores, introduzidos a partir da estrutura sindical (em todas as suas vertentes, o mesmo a partir da Seção 22, o mesmo que a partir dos grupos "dissidentes" como o Conselho Central de Luta). Através do sindicato diversas forças da burguesia, como as representadas por E. Gordillo, ou os caciques J. Murat e o atual governador U. Ruiz, buscam desviar o descontentamento dos trabalhadores, não só para sufocar a combatividade demonstrada, como para usar essa força como carne de canhão na disputa presente no interior da burguesia.

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